Destaque da Semana

Tecnologia reduziu as taxas de extravio de bagagem em 23% em 2025, mas a operação ainda custa ao setor US$ 6,3 bilhões por ano

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Custo por mala na América do Sul é de US$ 240, abaixo da média global, fazendo a região parte de uma tendência mais ampla de melhoria em todo o setor  Genebra, Suíça - Em 2025, o setor aéreo registrou seu melhor desempenho desde o início da pandemia no que diz respeito ao extravio de bagagens, mesmo com o aumento no número de passageiros. As taxas caíram 23%, um sinal de que os esforços pela transformação digital estão dando resultados, de acordo com o relatório “Baggage IT Insights” de 2026 da SITA, a 20ª edição anual desse importante estudo de referência à indústria.  (© SITA)  Porém, a questão mais importante não é apenas a melhoria. É a lacuna que ainda persiste. O extravio de bagagens ainda custa ao setor US$ 6,3 bilhões anualmente. Cada mala extraviada acarreta um custo médio de US$ 260. Com um lucro líquido médio de apenas US$ 8 por passageiro, uma mala extraviada anula o lucro de mais de 30 assentos vendidos, e cinco anulam o lucro de um voo inteiro.  O núme...

Malha Aérea Internacional Do Brasil Mostra Força E Atinge O Maior Volume Desde 2019

Somente em agosto, foram 4.003 desembarques no país, o que representa 80,71% da capacidade demonstrada antes da pandemia 

Brasília - O número de chegadas de voos internacionais ao Brasil em agosto foi o maior já registrado desde o início da pandemia. Somente neste mês, foram 4.003 desembarques, o que representa 80,71% da capacidade demonstrada em 2019. Comparado ao mês de agosto de 2021, houve acréscimo de 232,35% nas conectividades internacionais. 

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Até julho de 2022, a malha aérea internacional mantinha viés de alta, acima dos 70% da capacidade de 2019, mas ainda não havia superado os 80%. “Isso demonstra que estamos no caminho certo e a tendência é chegarmos a 100% da nossa conectividade ainda em 2022”, afirma o Presidente, Embratur, Silvio Nascimento. 

Empenhada em atrair cada vez mais turistas estrangeiros e recolocar o Brasil, definitivamente, na prateleira do mercado internacional, a Embratur tem feito reuniões com empresas aéreas para aumentar a conectividade do país. Conforme a Gerência de Inteligência Competitiva e Mercadológica do Turismo da Embratur, até fevereiro de 2023, há previsão de 134 novos voos e frequências adicionais. 

Entre as novidades, destacam-se as rotas e frequências que ligam o mundo ao Nordeste do Brasil. Já em outubro, a Aerolineas Argentinas prevê o incremento de duas frequências nos voos Buenos Aires-Salvador. Em novembro, a TAP também estima o retorno de duas frequências de voos Lisboa-Salvador. No mesmo mês, a GOL retomará o voo Buenos Aires-Natal. A Air Europa prevê colocar em operação dois novos voos e uma frequência adicional, em dezembro, na rota Madri-Salvador. Também em dezembro, a GOL prevê novos voos: Miami-Fortaleza, Buenos Aires-Recife, Buenos Aires-Maceió e Buenos Aires-Salvador. 

Atualmente os continentes que mais possuem conectividade com o Brasil são a América Latina, com 2.068 voos mensais, a Europa, com 1.045 voos, e a América do Norte, com 762 voos. A conectividade com Estados Unidos e Canadá, em agosto, aumentou 28,36% em relação ao mês de julho.