Destaque da Semana

Aena entre as empresas mais sustentáveis do mundo segundo o ranking “World's Most Sustainable Companies 2026” da revista TIME

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A companhia ocupa o 9º lugar entre as 750 empresas avaliadas  Esse ranking reconhece as corporações que priorizam a sustentabilidade em suas práticas empresariais  A Aena conquistou a nona posição na lista "World's Most Sustainable Companies 2026" (Empresas Mais Sustentáveis ​​do Mundo em 2026) divulgada no início do mês — elaborada pela revista TIME e pela empresa de pesquisa de mercado Statista — em reconhecimento à priorização de políticas de sustentabilidade ambiental em suas práticas de negócios.  Vista da fachada do Aeroporto Madrid-Barajas. (Arquivo © BlogTurS/Aena) Esse ranking reforça o reconhecimento da forma como a empresa integrou a sustentabilidade à sua estratégia corporativa e à sua gestão. A lista avalia 750 empresas consideradas pela revista como as "maiores e mais influentes do mundo", com base em critérios de transparência, prestação de contas e impacto ambiental.  Essa distinção sucede a recente inclusão da Aena — pelo quarto ano consecutivo ...

Brasil: Companhias aéreas terão cobertura de crédito para comprar combustível desde que se comprometam com descarbonização

O Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Camex) aprovou durante esta semana a utilização do Fundo de Garantia à Exportação (FGE) como garantia para o financiamento de querosene de aviação (QAv). Cada companhia aérea poderá utilizar até R$ 2 bilhões como garantia por ano, mas terá que comprovar medidas de descarbonização exigidas como contrapartida obrigatória. 

Com a decisão, companhias aéreas terão alivio nas taxas de financiamento e redução no custo do insumo. (MPor © Vosmar Rosa)

“Estamos construindo um conjunto de medidas para reduzir o custo operacional das companhias aéreas e o valor da tarifa para o consumidor”, disse o ministro Silvio Costa Filho, de Portos e Aeroportos. “Tendo o FGE como cobertura na compra de QAv, as companhias aéreas terão mais facilidade para negociar condições melhores de financiamento e isso impacta positivamente no preço da passagem”, afirmou Costa Filho, lembrando que recentemente foi aprovado o uso de recursos do Fundo Nacional da Aviação Civil (FNAC) para empréstimos a taxas de juros reduzidas para compra e manutenção de aeronaves, o que também tem reflexo direto na tarifa aérea. 

Para usar o FGE como garantia, as companhias aéreas terão que se comprometer em adotar medidas de descarbonização específicas, como a compra de combustível sustentável de aviação (SAF) nacional, investimentos em plantas de SAF ou aportes no Fundo Nacional de Desenvolvimento Industrial e Tecnológico (FNDIT). “A compra de SAF também é uma contrapartida obrigatória no caso dos empréstimos via FNAC”, lembra o ministro. A comprovação do cumprimento da contrapartida deverá ser realizada por auditoria externa independente. 

Todas as companhias aéreas com voos regulares domésticos podem solicitar a garantia. O valor máximo anual por companhia aérea com participação superior a 1% em voos domésticos será de R$ 2 bilhões. Companhias aéreas com participação menor poderão utilizar até R$ 333 milhões.