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Tecnologia reduziu as taxas de extravio de bagagem em 23% em 2025, mas a operação ainda custa ao setor US$ 6,3 bilhões por ano

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Custo por mala na América do Sul é de US$ 240, abaixo da média global, fazendo a região parte de uma tendência mais ampla de melhoria em todo o setor  Genebra, Suíça - Em 2025, o setor aéreo registrou seu melhor desempenho desde o início da pandemia no que diz respeito ao extravio de bagagens, mesmo com o aumento no número de passageiros. As taxas caíram 23%, um sinal de que os esforços pela transformação digital estão dando resultados, de acordo com o relatório “Baggage IT Insights” de 2026 da SITA, a 20ª edição anual desse importante estudo de referência à indústria.  (© SITA)  Porém, a questão mais importante não é apenas a melhoria. É a lacuna que ainda persiste. O extravio de bagagens ainda custa ao setor US$ 6,3 bilhões anualmente. Cada mala extraviada acarreta um custo médio de US$ 260. Com um lucro líquido médio de apenas US$ 8 por passageiro, uma mala extraviada anula o lucro de mais de 30 assentos vendidos, e cinco anulam o lucro de um voo inteiro.  O núme...

Brasil ultrapassa marca de 100 milhões de passageiros nos aeroportos do país no acumulado do ano

De janeiro a outubro de 2025, 106,8 milhões de pessoas viajaram de avião, marca alcançada um mês antes do que o registrado no ano passado 

O Brasil registrou 106,8 milhões de passageiros nos aeroportos do país, de janeiro a outubro de 2025, de acordo com levantamento do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), a partir de dados estatísticos da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A marca de 100 milhões de pessoas viajando de avião foi ultrapassada neste ano com antecedência de um mês em relação a 2024, quando foi atingida somente em novembro. 

Brasil registra recordes históricos, tanto em voos domésticos quanto internacionais. (Divulgação) 

No acumulado do ano, o crescimento foi de 9,5% em relação ao período de janeiro a outubro do ano passado, considerando voos domésticos e internacionais. 

“Estamos com uma trajetória firme e constante de crescimento, com recordes mensais de brasileiros viajando de avião”, afirmou o ministro do MPor, Silvio Costa Filho. “Isso confirma o fortalecimento da aviação civil no país, com melhor infraestrutura nos aeroportos, regionalização dos terminais e melhores oportunidades para os brasileiros”, acrescentou. 
 

Recordes em outubro 

No mercado doméstico, outubro registrou o melhor resultado para o mês desde 2000, quando teve início a série histórica, com 9 milhões de passageiros. Em relação a outubro do ano passado, foi um aumento de 9,1%. 

Esses dados mostram ainda que foi a primeira vez em que a movimentação nos aeroportos para voos nacionais rompeu a casa dos 9 milhões, evidenciando a consistência na trajetória de crescimento. Associado a isso, os números revelam que, pela oitava vez consecutiva, desde março, o mercado doméstico alcançou o melhor resultado mensal, se comparado com o mesmo período dos anos anteriores. 

Para Daniel Longo, secretário Nacional de Aviação Civil, os números consolidam o bom resultado que a aviação civil brasileira tem apresentado após a pandemia frente aos demais mercados de aviação civil da América Latina. "O Brasil tem o maior mercado doméstico de passageiros da América do Sul e Caribe e é o que mais tem apresentado crescimento entre os principais países. Nossa aviação tem batido recordes no decorrer do ano em diversos indicadores do setor aéreo, tudo isso é fruto de políticas públicas acertadas e boa resposta dos setores econômicos", indicou. 

No mercado internacional, outubro também foi recorde histórico, com 2,3 milhões de passageiros e alta de 9,3% em relação a outubro passado. De janeiro a outubro de 2025, já são 23,5 milhões de viajantes, entre voos de fora do país e com destino internacional. 

Os aeroportos mais movimentados do país, no acumulado do ano até outubro, considerando voos domésticos e internacional foram: Guarulhos (GRU - 38,2 milhões), Congonhas (CGH - 19,7 milhões), Galeão (GIG - 14,2 milhões), Brasília (BSB - 13,4 milhões), Confins (CNF - 10,7 milhões), Campinas (VCP - 10,6 milhões), Recife (REC - 8 milhões), Salvador (SSA - 6,4 milhões), Porto Alegre (POA - 5,8 milhões) e Santos Dumont (SDU - 4,9 milhões).