Destaque da Semana

Aena entre as empresas mais sustentáveis do mundo segundo o ranking “World's Most Sustainable Companies 2026” da revista TIME

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A companhia ocupa o 9º lugar entre as 750 empresas avaliadas  Esse ranking reconhece as corporações que priorizam a sustentabilidade em suas práticas empresariais  A Aena conquistou a nona posição na lista "World's Most Sustainable Companies 2026" (Empresas Mais Sustentáveis ​​do Mundo em 2026) divulgada no início do mês — elaborada pela revista TIME e pela empresa de pesquisa de mercado Statista — em reconhecimento à priorização de políticas de sustentabilidade ambiental em suas práticas de negócios.  Vista da fachada do Aeroporto Madrid-Barajas. (Arquivo © BlogTurS/Aena) Esse ranking reforça o reconhecimento da forma como a empresa integrou a sustentabilidade à sua estratégia corporativa e à sua gestão. A lista avalia 750 empresas consideradas pela revista como as "maiores e mais influentes do mundo", com base em critérios de transparência, prestação de contas e impacto ambiental.  Essa distinção sucede a recente inclusão da Aena — pelo quarto ano consecutivo ...

Governo brasileiro anuncia medidas para conter alta do combustível de aviação (QAv)

Ações, anunciadas pelos ministério de Portos e Aeroportos e da Fazenda, reduzem tributos e criam linhas de créditos para companhias aéreas 

O Governo Federal anunciou, na tarde desta segunda-feira (6), um conjunto de medidas emergenciais para mitigar os impactos do aumento no preço dos combustíveis. No setor aéreo, as ações foram estruturadas pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), em articulação com o Ministério da Fazenda, com o objetivo de preservar a oferta de voos e reduzir a pressão sobre as passagens, diante da alta do querosene de aviação (QAv). 

(MPor © Eduardo Oliveira)

O pacote será implementado por meio de Medida Provisória (MP), após o reajuste de 54,63% no preço do QAv, comunicado pela Petrobras no início de abril. A alta reflete a valorização do petróleo no mercado internacional, impulsionada por tensões no Golfo Pérsico. 

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, destacou que as medidas foram cuidadosamente desenhadas para garantir eficiência fiscal e impacto direto no setor. “Hoje anunciamos mais um conjunto importante de ações, todas cuidadosamente estudadas e dentro da previsão de impacto fiscal para o ano”, afirmou. 

O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, explicou que as iniciativas buscam evitar o repasse dos custos ao consumidor. “Recentemente, alcançamos recorde no número de passageiros no transporte aéreo, e o Governo tem a preocupação de manter essa trajetória de crescimento e da conectividade regional”, destacou. 


Pacote de medidas para o setor aéreo 

Como medida imediata, a Petrobras implementou um mecanismo de transição para as distribuidoras, com repasse inicial de 18% do reajuste e parcelamento do restante em seis vezes, a partir de julho de 2026. A iniciativa cria uma janela para a implementação das demais ações. 

Também será disponibilizada uma linha de financiamento por meio do Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac), voltada à aquisição de combustível, com risco assumido pelas companhias aéreas, de até R$ 2,5 bilhões por companhia aérea. A operacionalização ficará a cargo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). 

Além disso, será criada uma linha de crédito para capital de giro no valor de R$ 1 bilhão. As condições financeiras e os critérios de elegibilidade serão definidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), com risco da União. 

O Governo Federal publicará ainda um decreto que zera as alíquotas de PIS/Cofins sobre o QAv, o que deve gerar uma redução direta de cerca de R$ 0,07 por litro do combustível. 

Por fim, as companhias aéreas poderão postergar, para dezembro, o pagamento das tarifas de navegação aérea ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), referentes aos meses de abril a junho de 2026.