Destaque da Semana

Airbus prevê que o mercado de serviços de aviação na região Ásia-Pacífico atingirá US$ 138,7 bilhões até 2044

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Singapura - Em sua mais recente Previsão Global de Serviços (GSF, na sigla em inglês) para a região Ásia-Pacífico (incluindo China e Índia), a Airbus prevê que a demanda total por serviços na região crescerá a uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 5,2% até 2044, atingindo um valor de mercado estimado em US$ 138,7 bilhões.  (Arquivo © BlogTurS)  Esse crescimento sustentado será impulsionado pela expansão do tráfego aéreo e pelo aumento da frota. Nos próximos 20 anos, a região Ásia-Pacífico precisará de 19.560 novas aeronaves de passageiros, representando 46% da demanda global total durante o período previsto. A região também deverá continuar sendo o mercado de viagens aéreas de crescimento mais rápido do mundo, com o tráfego de passageiros aumentando a uma taxa de 4,4% ao ano, bem acima da média global de 3,6%.  O GSF da Airbus identifica cinco segmentos de serviços principais que impulsionarão esse crescimento na região da Ásia-Pacífico: = Manutenção fora das ...

Companhias Da A4E Contra Imposição De Eco-Taxas Sobre A Aviação

As companhias aéreas europeias que integram a Associação Airlines for Europe (A4E) estão contra a implementação de taxas ecológicas sobre a aviação. Considerando que estas não são uma solução, a A4E avança que, só em 2019, as transportadoras aéreas europeias vão pagar mais de € 5 bilhões em taxas e impostos ambientais - onde no comunicado enviado à nossa redação, a Airlines for Europe considera que a implementação de Eco-Taxas sobre a aviação “não é uma solução”, tanto mais que, segundo afirmou Willie Walsh, do Grupo IAG “os governos criam Eco-Taxas mas não gastam um cêntimo para tornar a aviação mais sustentável”.


Numa conferência de imprensa realizada em Bruxelas, foi afirmado que as maiores companhias aéreas europeias vão este ano pagar “mais de € 5 bilhões a nível nacional em impostos ambientais”, um montante que poderia ser gasto no apoio aos esforços para a “descarbonização da indústria aérea” - onde as companhias da A4E frisam também que têm realizado os seus próprios investimentos na redução do nível de emissões, avançando que, até 2030 serão investidos mais de € 169 bilhões em tecnologias inovadoras com o objetivo de minorar os impactos no meio ambiente. Inclui-se neste ponto a aquisição de cerca de 800 aviões mais eficientes e com nível mais baixo de consumo de combustível. Por outro lado, estão preparadas para, a partir do próximo ano, passarem a cumprir o plano de redução de emissões de carbono das Nações Unidas.

A propósito, Michael O’Leary, presidente da A4E e CEO de Ryanair assegurou que “a afirmação de que as companhias aéreas não estão pagando impostos ambientais é completamente falsa”. E acrescenta: “a nível mundial, as companhias aéreas europeias são as únicas que pagam impostos ambientais” pelo que “implementar mais impostos sobre a aviação são uma reação que retirará competitividade e prejudicará especialmente a integração, e a livre circulação dos cidadãos da União Europeia, especialmente no que toca aos Estados periféricos, e insulares como a Irlanda, Espanha e  Portugal, e os Estados Bálticos”.

Recorde-se que a A4E integra a Aegean, airBaltic, Air France-KLM, Cargolux, easyJet, Finnair, Icelandair, International Airlines Group (IAG), Jet2.com, Lufthansa Group, Norwegian, Ryanair, TAP Air Portugal, Smartwings y Volotea que, no seu conjunto, representam mais de 70% dos vôos realizados na Europa.

Fonte: Turisver - Aviação