Destaque da Semana

Devido aos conflitos geopolíticos que afetam o transporte aéreo na região Oriente Médio e Ásia-Pacífico, aeroportos estão sob pressão, contudo o tráfego aéreo permanece resiliente

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Nove grandes aeroportos do Oriente Médio operaram com apenas 53% da capacidade programada durante os meses de março e abril  Déficit de receita contínuo de US$ 900 milhões a US$ 1 bilhão ao longo de dois meses  Mais de 27 milhões de passageiros e 620 mil toneladas de carga foram afetados entre março e abril de 2026  Bangkok, Tailândia - O Conselho Internacional de Aeroportos da Ásia-Pacífico e Oriente Médio (ACI APAC & MID), associação que representa mais de 600 aeroportos em 45 países e territórios, divulgou durante esta semana uma avaliação abrangente do impacto operacional e econômico do conflito militar em curso no Golfo sobre a infraestrutura de aviação regional no Oriente Médio.  Aeroporto de Hamad, Doha, Catar. (Arquivo © BlogTurs) A avaliação, realizada em parceria com a Flare Aviation Consulting, abrange o período de dois meses, desde o início do conflito até 30 de abril de 2026. Ela confirma que o conflito militar colocou a rede global de transporte aé...

Hotéis Egípcios Passam A Operar Com 50% Da Capacidade

País árabe permitirá o aumento da ocupação dos empreendimentos hoteleiros de 25% para 50% a partir da próxima segunda-feira. Unidades precisam ter certificado de segurança sanitária

Os hotéis do Egito que já conseguiram seus certificados de segurança sanitária para reabrir poderão ampliar sua ocupação para 50% a partir da próxima segunda-feira (08), segundo notícia publicada no site do jornal Al Ahram, com base em informações divulgadas pelo Ministério de Turismo e Antiguidades do país.


Os hotéis estavam fechados para o público desde março, juntamente com uma série de outras medidas adotadas pelo governo para conter a pandemia do coronavírus. Há duas semanas, no entanto, os hotéis tiveram permissão para a reabertura com 25% da capacidade e cumprimento de requisitos, como a obtenção de certificado de segurança. Conseguiram a permissão 78 empreendimentos de um total de 172 que a requisitaram.

Na primeira leva de reabertura, os hotéis do Sinai do Sul ficaram com ocupação de 8%, os da província do Mar Vermelho com 13%, os da cidade de Ain Sokhna, no Suez, com 25%, mesma taxa de Alexandria, e os da Grande Cairo com 9%.  A indústria do turismo foi fortemente afetada pela pandemia, e é importante fonte de receita para o país.

Os hotéis reabertos não têm, no entanto, permissão para realização de eventos ou atividades noturnas - onde os restaurantes podem servir apenas a la carte já que os serviços de buffet estão proibidos e as mesas de refeições devem ser colocadas a uma distância segura umas das outras. Uma instalação deve ser providenciada para isolar possíveis casos de suspeitos ou infectados com coronavírus.

Segundo o Al Ahram, depois da reabertura, apenas um caso foi detectado em um hotel de pequena ocupação, na província do Mar Vermelho.  O Egito registrou 24.985 casos de coronavírus e 959 mortes desde março.

Fonte: ANBA