Pesquisa internacional reforça que viagens corporativas deixaram de ser apenas um centro de custo e passaram a atuar como ferramenta de crescimento para os negócios
São Paulo - Em um momento em que muitas empresas buscam reduzir despesas e aumentar eficiência, um novo estudo internacional reforça que viagens corporativas não devem ser analisadas apenas sob a ótica do custo. Segundo pesquisa realizada pela GBTA (Global Business Travel Association) em parceria com a ASTA (America Society Travel Advisors), empresas que possuem programas estrategicamente estruturados de viagens podem alcançar até 30% mais receita quando comparadas a organizações com menor maturidade na gestão de seus deslocamentos corporativos.
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| Na avaliação da Voetur, a tendência é que os programas de viagens corporativas sejam cada vez mais analisados como ferramentas de crescimento e não apenas como despesas administrativas. (Divulgação) |
O levantamento, que analisou mais de 3.200 empresas de diferentes setores, identificou ainda que cada aumento de 1% em investimentos em viagens gerenciadas está associado a um crescimento de 0,20% na receita das organizações. Os resultados ajudam a explicar por que o mercado global de viagens corporativas deve movimentar US$ 1,69 trilhão em 2026, mesmo diante de um cenário internacional marcado por incertezas econômicas e tensões geopolíticas.
Para a Voetur Viagens, o estudo reforça uma mudança importante na forma como as empresas enxergam seus programas de viagens. “Durante muito tempo a discussão esteve concentrada apenas em redução de custos. Hoje, as organizações mais maduras entendem que as viagens corporativas desempenham papel fundamental na geração de negócios, no relacionamento com clientes, na expansão comercial e na construção de parcerias estratégicas.”, afirma Carolina Gaete, Diretora Comercial e Parcerias Globais, Voetur.
A pesquisa também aponta que existe um equilíbrio ideal entre controle e flexibilidade. Segundo os pesquisadores, políticas excessivamente rígidas podem limitar resultados e reduzir o retorno obtido pelas viagens. O modelo mais eficiente é aquele que estabelece regras claras, mas preserva autonomia para decisões estratégicas quando necessário.
Na avaliação da Voetur, a tendência é que os programas de viagens corporativas sejam cada vez mais analisados como ferramentas de crescimento e não apenas como despesas administrativas.
“O desafio não é simplesmente viajar menos. É viajar melhor, com mais inteligência, mais visibilidade e maior alinhamento aos objetivos do negócio. Empresas que conseguem fazer isso tendem a gerar mais oportunidades, fortalecer relacionamentos e acelerar resultados”, conclui Gaete.