Destaque da Semana

Copenhague-Kastrup (CPH): O aumento do número de passageiros impulsiona o crescimento no aeroporto dinamarquês

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O centenário do Aeroporto de Copenhague (CPH) agora faz parte da história. Esse se tornou o ano com o maior número de passageiros já registrado no aeroporto. Nunca houve conexões aéreas melhores entre a Dinamarca e o mundo, e isso é positivo para a sociedade como um todo.  (© Copenhague Airports)  O número de viajantes nunca foi tão alto no Aeroporto de Copenhague (CPH). Um total de 32,4 milhões de viajantes passou pelos terminais do aeroporto em 2025, ano em que o Estado dinamarquês adquiriu a participação majoritária na Copenhagen Airports A/S, e o Estado agora detém 99,6% das ações.  "O aumento significativo no número de viajantes de e para o Aeroporto de Copenhague se deve ao fato de que mais companhias aéreas abriram novas rotas e aumentaram o número de partidas em rotas existentes. Estamos, claro, muito satisfeitos com isso. Globalmente, o apetite por viagens é forte, e dois em cada três passageiros no aeroporto são viajantes internacionais", diz Christian Poulsen, ...

SET: Crescimento Nas Receitas Do Mercado Britânico Geram Divisas Positivas

À margem do VI Fórum de Turismo Interno que decorre em Castelo Branco, a secretária de Estado do Turismo considerou “muito positivos” os dados do Banco de Portugal referentes às receitas turísticas, nomeadamente no que se refere ao mercado britânico. A descoberta de Portugal menos turístico por parte de alguns mercados externos e a vontade dos portugueses em conhecerem um “novo Portugal” foram também destacados por Ana Mendes Godinho que fez um curto balanço da sua deslocação a França.


Divulgados ontem, 21 de Maio, os dados do Banco de Portugal referentes ao primeiro trimestre do ano “apontam para um crescimento de 5,3% das receitas turísticas [para 2.732,91 milhões de euros] o que é muito positivo porque a Páscoa este ano foi em Abril”, afirmou a secretária de Estado do Turismo, em declarações à imprensa, em Castelo Branco.

À margem do VI “Vê Portugal”, organizado pela Turismo Centro de Portugal, Ana Mendes Godinho congratulou-se particularmente com os aumentos manifestados por mercados como os EUA (+37%), Itália (+20,8%) e Brasil (+13,4%). Tão ou mais importante pelo peso que tem nas contas do turismo português é o fato de Portugal estar conseguindo segurar o mercado britânico. Reflexo disso é que no primeiro trimestre as receitas deixadas pelos turistas britânicos cresceram 10,2%. Este indicador, assinalou a governante, “mostra bem que estamos conseguindo crescer nas receitas do mercado do Reino Unido, que tem sido uma das nossas prioridades, especialmente com campanhas dedicadas ao Reino Unido”.

Sobre o mercado interno, que o ano passado gerou mais de 8 milhões de hóspedes em alojamento turístico, número que considerou “um valor histórico”, Ana Mendes Godinho congratulou-se com o modo como os portugueses “estão descobrindo mais Portugal” o que “resulta de uma melhoria geral da capacidade de rendimento, da reposição dos feriados e da vontade de redescobrirem a oferta qualificada e inovadora que está surgindo por todo o país”.

Esta vontade de descobrir um novo Portugal sente-se também no exterior já que, segundo disse a secretária de Estado do Turismo, em Paris, no Salão do Imobiliário e Turismo Português “a grande curiosidade era sobre as regiões menos turísticas” o que marca claramente “uma oportunidade para os territórios autênticos, com inovação e sofisticação”. A propósito referiu que “foi muito interessante ver a procura crescente de informação sobre as regiões tradicionalmente menos turísticas e menos conhecidas na França”. Uma procura de informação que se registou a vários níveis: “para investimento, para compra de casa e também para turismo”.

De Cannes, onde esteve promovendo Portugal como destino cinematográfico, as noticias também foram positivas já que a indústria cinematográfica “demonstrou muito interesse por Portugal”.

Ana Mendes Godinho sublinhou, aliás, que “Portugal, claramente, está afirmando-se como destino de filmagens internacionais quando ainda há uns anos era completamente desconhecido”.