Destaque da Semana

Airbus prevê que o mercado de serviços de aviação na região Ásia-Pacífico atingirá US$ 138,7 bilhões até 2044

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Singapura - Em sua mais recente Previsão Global de Serviços (GSF, na sigla em inglês) para a região Ásia-Pacífico (incluindo China e Índia), a Airbus prevê que a demanda total por serviços na região crescerá a uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 5,2% até 2044, atingindo um valor de mercado estimado em US$ 138,7 bilhões.  (Arquivo © BlogTurS)  Esse crescimento sustentado será impulsionado pela expansão do tráfego aéreo e pelo aumento da frota. Nos próximos 20 anos, a região Ásia-Pacífico precisará de 19.560 novas aeronaves de passageiros, representando 46% da demanda global total durante o período previsto. A região também deverá continuar sendo o mercado de viagens aéreas de crescimento mais rápido do mundo, com o tráfego de passageiros aumentando a uma taxa de 4,4% ao ano, bem acima da média global de 3,6%.  O GSF da Airbus identifica cinco segmentos de serviços principais que impulsionarão esse crescimento na região da Ásia-Pacífico: = Manutenção fora das ...

Brasil E Portugal Firmam Acordo De Céus Abertos

Brasil e Portugal concluíram as negociações para um novo acordo de serviços aéreos, que elimina restrições para ligação aérea entre os dois países, seja para transporte de passageiros, ou de cargas. O acordo de céus abertos, assinado pela Agência Nacional de Aviação Civil do Brasil (Anac) e pela Autoridade Nacional de Aviação Civil de Portugal, na última sexta-feira (28), possibilita a ampliação imediata do número de vôos internacionais e a criação de rotas entre qualquer destino de Brasil e Portugal, além de permitir ligações com outros países.


O acordo, mais conhecido como Open Skies, segue os mesmos moldes dos entendimentos firmados com Reino Unido, Espanha, Holanda, Dinamarca, Grécia, Suécia, Luxemburgo e Finlândia.

Representando o Brasil no encontro, o superintendente de Acompanhamento de Serviços Aéreos da Anac, Ricardo Catanant, foi responsável pela assinatura do pacto. Pela autoridade portuguesa, a assinatura ficou a cargo do presidente do conselho de Administração, Luís Miguel Silva Ribeiro.

O acordo alcançado entre os países inclui direitos de tráfegos até a 5ª liberdade do ar (empresas aéreas dos dois países poderão explorar serviços regulares entre os respectivos territórios, combinando pontos intermediários ou além em outros países, utilizando o chamado tráfego acessório); capacidade livre (sem limitação dos vôos que podem ser oferecidos); abertura total do quadro de rotas (sem restrição de localidades a serem atendidas); regime de liberdade tarifária; e amplo compartilhamento de códigos entre empresas aéreas.