Destaque da Semana

Airbus prevê que o mercado de serviços de aviação na região Ásia-Pacífico atingirá US$ 138,7 bilhões até 2044

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Singapura - Em sua mais recente Previsão Global de Serviços (GSF, na sigla em inglês) para a região Ásia-Pacífico (incluindo China e Índia), a Airbus prevê que a demanda total por serviços na região crescerá a uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 5,2% até 2044, atingindo um valor de mercado estimado em US$ 138,7 bilhões.  (Arquivo © BlogTurS)  Esse crescimento sustentado será impulsionado pela expansão do tráfego aéreo e pelo aumento da frota. Nos próximos 20 anos, a região Ásia-Pacífico precisará de 19.560 novas aeronaves de passageiros, representando 46% da demanda global total durante o período previsto. A região também deverá continuar sendo o mercado de viagens aéreas de crescimento mais rápido do mundo, com o tráfego de passageiros aumentando a uma taxa de 4,4% ao ano, bem acima da média global de 3,6%.  O GSF da Airbus identifica cinco segmentos de serviços principais que impulsionarão esse crescimento na região da Ásia-Pacífico: = Manutenção fora das ...

Tripulantes Da Ryanair Fazem Greve Em Agosto

Os tripulantes da companhia aérea low cost alegam que a empresa não cumpriu o protocolo celebrado com o sindicato, que estabeleceu a obrigatoriedade do cumprimento da legislação laboral portuguesa até Fevereiro.


Em comunicado, o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil informou que realizou uma assembleia-geral de associados da Ryanair, “onde foi votada e aprovada a realização de uma greve, durante o mês de Agosto, por um período mínimo de cinco dias”. Acrescenta que estão a ser tidas em conta “a comunidade emigrante e a diáspora portuguesa” no estudo das datas possíveis da paralisação, para que não sejam “demasiado penalizadas”.

De acordo com o SNPVAC, para os tripulantes da Ryanair está em causa o pagamento dos subsídios de férias, e de Natal, a integração ao quadro de efetivos de todos os tripulantes de cabine com mais de dois anos de serviço através de empresas de trabalho temporário, bem como a atribuição dos 22 dias de férias mínimos, e o cumprimento integral da lei portuguesa da parentalidade.

“Face à intransigência da empresa, à falta de interesse e à total passividade do Governo português em garantir direitos fundamentais aos cidadãos portugueses que trabalham na Ryanair, os tripulantes de cabine da Ryanair viram-se obrigados a votar o regresso ao conflito laboral, para que os seus direitos sejam respeitados e integralmente cumpridos pela companhia irlandesa”, conclui o sindicato.