Destaque da Semana

Airbus prevê que o mercado de serviços de aviação na região Ásia-Pacífico atingirá US$ 138,7 bilhões até 2044

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Singapura - Em sua mais recente Previsão Global de Serviços (GSF, na sigla em inglês) para a região Ásia-Pacífico (incluindo China e Índia), a Airbus prevê que a demanda total por serviços na região crescerá a uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 5,2% até 2044, atingindo um valor de mercado estimado em US$ 138,7 bilhões.  (Arquivo © BlogTurS)  Esse crescimento sustentado será impulsionado pela expansão do tráfego aéreo e pelo aumento da frota. Nos próximos 20 anos, a região Ásia-Pacífico precisará de 19.560 novas aeronaves de passageiros, representando 46% da demanda global total durante o período previsto. A região também deverá continuar sendo o mercado de viagens aéreas de crescimento mais rápido do mundo, com o tráfego de passageiros aumentando a uma taxa de 4,4% ao ano, bem acima da média global de 3,6%.  O GSF da Airbus identifica cinco segmentos de serviços principais que impulsionarão esse crescimento na região da Ásia-Pacífico: = Manutenção fora das ...

Echoenergia impulsiona a transição energética da aviação brasileira: Aeroportos Internacionais de Belém (BEL) e de Macapá (MCP) operam há um ano com energia 100% renovável

Usinas solares que fornecem energia para os terminais evitam, juntas, a emissão de mais de 4.245 toneladas de CO2 por ano 

A Echoenergia, empresa referência em soluções de energia renovável, firmou uma parceria para reduzir o impacto ambiental das operações dos aeroportos internacionais de Belém (Val-de-Cans) e de Macapá (Alberto Alcolumbre). Junto com a Norte da Amazônia Airports (NOA), concessionária dos empreendimentos, a empresa viabilizou que os dois terminais completassem um ano operando exclusivamente com energia limpa e renovável. O resultado representa um marco importante para a região Norte, que se posiciona como um polo de sustentabilidade no setor aeroportuário, e demonstra o compromisso da Echoenergia e da NOA com a sustentabilidade e a preservação da floresta amazônica. 

Vista aérea do Aeroporto Internacional de Belém-Belém-Val-de-Cans. (Bing Imagens) 

Operando no mercado livre de energia - um ambiente comercial em que o consumidor escolhe seu fornecedor de energia - desde outubro de 2023, os aeroportos somam 1,64 MWm  de consumo energético 100% renovável, que equivale à carga energética necessária para abastecer cerca de 7.200 residências. 

"Ao levar a energia renovável para o coração da Amazônia, a Echoenergia não apenas alimenta os aeroportos, mas também contribui para um futuro mais sustentável para o país. Essa iniciativa representa um compromisso com a preservação de um dos nossos maiores tesouros naturais e um passo crucial para a transição energética do Brasil", afirma Liu Aquino, CEO, Echoenergia. 

Para Marco Antônio Migliorini, diretor-presidente, Norte da Amazônia Airports, investir em ações que minimizem a pegada ambiental está entre os principais compromissos da concessionária. “Acreditamos que o setor aeroportuário precisa evoluir continuamente, incorporando práticas e tecnologias que favoreçam a sustentabilidade global. Nesse contexto, os aeroportos internacionais de Belém e de Macapá possuem papel ainda mais significativo, por estarem localizados no bioma amazônico, essencial para a regulação climática do planeta. A parceria com a Echoenergia é um marco importante, não apenas por garantir o uso de fontes de energia limpa, mas também para fortalecer o alinhamento dos nossos empreendimentos aos objetivos da COP30”, destaca. 


Futuro Mais Sustentável para a Amazônia 

Ao adotar a energia renovável, os aeroportos internacionais de Belém e de Macapá se tornam referência em sustentabilidade na aviação comercial brasileira. Além de reduzir as emissões de gases do efeito estufa, a iniciativa também gera economia de custos com o consumo de energia e fortalece a imagem da região como um destino turístico sustentável. 

Ao todo, os dois aeroportos juntos evitam a emissão de mais de 4.245 toneladas de CO2 por ano. Em Belém, a usina solar que abastece o aeroporto Val-de-Cans consome cerca de 1,12 MWm, o suficiente para abastecer mais de 4.900 casas, e evita a emissão de 2.899,20 toneladas de CO2 por ano. Já em Macapá, o consumo de 0,52 MWm, equivale ao necessário para energizar aproximadamente 2.270 residências, evitando a emissão de 1.346,06 toneladas de CO2 anualmente.