Destaque da Semana

IATA AGM Rio 2026: Roberto Alvo, CEO do LATAM Airlines Group, é anunciado como novo Presidente do Conselho de Administração da entidade

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Rio de Janeiro, Brasil - A IATA anunciou hoje na IATA AGM Rio 2026 que Roberto Alvo, CEO do Grupo LATAM Airlines, assumiu o cargo de Presidente do Conselho de Administração da IATA. Seu mandato de um ano teve início ao término da 82ª Assembleia Geral Anual da IATA, no Rio de Janeiro, Brasil, em 8 de junho de 2026.  Alvo é o 84º presidente do Conselho de Administração da IATA, cargo que ocupa desde 2020. (Bing Imagens)  Alvo é o 84º presidente do Conselho de Administração da IATA, cargo que ocupa desde 2020. Alvo sucede Luis Gallego, CEO do International Airlines Group (IAG). Gallego continuará a fazer parte do Conselho.  “A aviação vive um momento decisivo, desempenhando um papel cada vez mais importante na conexão entre pessoas, na viabilização do comércio e no apoio ao desenvolvimento econômico em todo o mundo. Presidir o Conselho de Administração da IATA neste momento é uma responsabilidade que assumo com grande empenho. À medida que navegamos por um ambiente mais com...

Echoenergia impulsiona a transição energética da aviação brasileira: Aeroportos Internacionais de Belém (BEL) e de Macapá (MCP) operam há um ano com energia 100% renovável

Usinas solares que fornecem energia para os terminais evitam, juntas, a emissão de mais de 4.245 toneladas de CO2 por ano 

A Echoenergia, empresa referência em soluções de energia renovável, firmou uma parceria para reduzir o impacto ambiental das operações dos aeroportos internacionais de Belém (Val-de-Cans) e de Macapá (Alberto Alcolumbre). Junto com a Norte da Amazônia Airports (NOA), concessionária dos empreendimentos, a empresa viabilizou que os dois terminais completassem um ano operando exclusivamente com energia limpa e renovável. O resultado representa um marco importante para a região Norte, que se posiciona como um polo de sustentabilidade no setor aeroportuário, e demonstra o compromisso da Echoenergia e da NOA com a sustentabilidade e a preservação da floresta amazônica. 

Vista aérea do Aeroporto Internacional de Belém-Belém-Val-de-Cans. (Bing Imagens) 

Operando no mercado livre de energia - um ambiente comercial em que o consumidor escolhe seu fornecedor de energia - desde outubro de 2023, os aeroportos somam 1,64 MWm  de consumo energético 100% renovável, que equivale à carga energética necessária para abastecer cerca de 7.200 residências. 

"Ao levar a energia renovável para o coração da Amazônia, a Echoenergia não apenas alimenta os aeroportos, mas também contribui para um futuro mais sustentável para o país. Essa iniciativa representa um compromisso com a preservação de um dos nossos maiores tesouros naturais e um passo crucial para a transição energética do Brasil", afirma Liu Aquino, CEO, Echoenergia. 

Para Marco Antônio Migliorini, diretor-presidente, Norte da Amazônia Airports, investir em ações que minimizem a pegada ambiental está entre os principais compromissos da concessionária. “Acreditamos que o setor aeroportuário precisa evoluir continuamente, incorporando práticas e tecnologias que favoreçam a sustentabilidade global. Nesse contexto, os aeroportos internacionais de Belém e de Macapá possuem papel ainda mais significativo, por estarem localizados no bioma amazônico, essencial para a regulação climática do planeta. A parceria com a Echoenergia é um marco importante, não apenas por garantir o uso de fontes de energia limpa, mas também para fortalecer o alinhamento dos nossos empreendimentos aos objetivos da COP30”, destaca. 


Futuro Mais Sustentável para a Amazônia 

Ao adotar a energia renovável, os aeroportos internacionais de Belém e de Macapá se tornam referência em sustentabilidade na aviação comercial brasileira. Além de reduzir as emissões de gases do efeito estufa, a iniciativa também gera economia de custos com o consumo de energia e fortalece a imagem da região como um destino turístico sustentável. 

Ao todo, os dois aeroportos juntos evitam a emissão de mais de 4.245 toneladas de CO2 por ano. Em Belém, a usina solar que abastece o aeroporto Val-de-Cans consome cerca de 1,12 MWm, o suficiente para abastecer mais de 4.900 casas, e evita a emissão de 2.899,20 toneladas de CO2 por ano. Já em Macapá, o consumo de 0,52 MWm, equivale ao necessário para energizar aproximadamente 2.270 residências, evitando a emissão de 1.346,06 toneladas de CO2 anualmente.