Destaque da Semana

Aena entre as empresas mais sustentáveis do mundo segundo o ranking “World's Most Sustainable Companies 2026” da revista TIME

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A companhia ocupa o 9º lugar entre as 750 empresas avaliadas  Esse ranking reconhece as corporações que priorizam a sustentabilidade em suas práticas empresariais  A Aena conquistou a nona posição na lista "World's Most Sustainable Companies 2026" (Empresas Mais Sustentáveis ​​do Mundo em 2026) divulgada no início do mês — elaborada pela revista TIME e pela empresa de pesquisa de mercado Statista — em reconhecimento à priorização de políticas de sustentabilidade ambiental em suas práticas de negócios.  Vista da fachada do Aeroporto Madrid-Barajas. (Arquivo © BlogTurS/Aena) Esse ranking reforça o reconhecimento da forma como a empresa integrou a sustentabilidade à sua estratégia corporativa e à sua gestão. A lista avalia 750 empresas consideradas pela revista como as "maiores e mais influentes do mundo", com base em critérios de transparência, prestação de contas e impacto ambiental.  Essa distinção sucede a recente inclusão da Aena — pelo quarto ano consecutivo ...

Fastjet Suspende Vôos Em Moçambique A Partir De Sábado

A companhia aérea Fastjet vai suspender os vôos em Moçambique a partir de Sábado, dia 26, alegando excesso de oferta, e prejuízos acumulados, como indica em comunicado.


“Após prejuízos contínuos, que ascenderam a 2,4 bilhões de dólares no primeiro semestre deste ano, e face ao excesso de oferta”, a Fastjet decidiu “suspender todas as operações de voo em Moçambique”, diz o comunicado.

A companhia alega que a competição no país “começou a intensificar-se no final de 2018 com a entrada no mercado da Ethiopian Airlines como transportadora doméstica”, além da companhia estatal, a Linhas Aéreas de Moçambique (LAM).

“É a decisão acertada neste momento”, sustenta Mark Hurst, director-executivo interino da Fastjet, citado no comunicado, no qual a companhia garante aos passageiros com vôos comprados, e que já não se realizarão serão “totalmente reembolsados”.

A companhia aérea, que realça que esta decisão em nada afeta as suas operações no Zimbabwe, diz ainda que espera poder voltar a voar em Moçambique “quando a procura por viagens aéreas aumentar o suficiente, em comparação com a capacidade fornecida”.

A Fastjet iniciou a atividade em Moçambique há dois anos, e além, das suas aeronaves realizava também vôos em codeshare com a LAM; vôos estes que ficam igualmente suspensos.

Fonte: PressTur - Aviação