Destaque da Semana

Airbus prevê que o mercado de serviços de aviação na região Ásia-Pacífico atingirá US$ 138,7 bilhões até 2044

Imagem
Singapura - Em sua mais recente Previsão Global de Serviços (GSF, na sigla em inglês) para a região Ásia-Pacífico (incluindo China e Índia), a Airbus prevê que a demanda total por serviços na região crescerá a uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 5,2% até 2044, atingindo um valor de mercado estimado em US$ 138,7 bilhões.  (Arquivo © BlogTurS)  Esse crescimento sustentado será impulsionado pela expansão do tráfego aéreo e pelo aumento da frota. Nos próximos 20 anos, a região Ásia-Pacífico precisará de 19.560 novas aeronaves de passageiros, representando 46% da demanda global total durante o período previsto. A região também deverá continuar sendo o mercado de viagens aéreas de crescimento mais rápido do mundo, com o tráfego de passageiros aumentando a uma taxa de 4,4% ao ano, bem acima da média global de 3,6%.  O GSF da Airbus identifica cinco segmentos de serviços principais que impulsionarão esse crescimento na região da Ásia-Pacífico: = Manutenção fora das ...

Fastjet Suspende Vôos Em Moçambique A Partir De Sábado

A companhia aérea Fastjet vai suspender os vôos em Moçambique a partir de Sábado, dia 26, alegando excesso de oferta, e prejuízos acumulados, como indica em comunicado.


“Após prejuízos contínuos, que ascenderam a 2,4 bilhões de dólares no primeiro semestre deste ano, e face ao excesso de oferta”, a Fastjet decidiu “suspender todas as operações de voo em Moçambique”, diz o comunicado.

A companhia alega que a competição no país “começou a intensificar-se no final de 2018 com a entrada no mercado da Ethiopian Airlines como transportadora doméstica”, além da companhia estatal, a Linhas Aéreas de Moçambique (LAM).

“É a decisão acertada neste momento”, sustenta Mark Hurst, director-executivo interino da Fastjet, citado no comunicado, no qual a companhia garante aos passageiros com vôos comprados, e que já não se realizarão serão “totalmente reembolsados”.

A companhia aérea, que realça que esta decisão em nada afeta as suas operações no Zimbabwe, diz ainda que espera poder voltar a voar em Moçambique “quando a procura por viagens aéreas aumentar o suficiente, em comparação com a capacidade fornecida”.

A Fastjet iniciou a atividade em Moçambique há dois anos, e além, das suas aeronaves realizava também vôos em codeshare com a LAM; vôos estes que ficam igualmente suspensos.

Fonte: PressTur - Aviação