Destaque da Semana

Royal Caribbean Group divulga o Relatório de Impacto Comunitário 2025, reforçando seu compromisso com as comunidades e destinos ao redor do mundo

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Miami, EUA - O Royal Caribbean Group divulgou hoje seu Relatório de Impacto Comunitário de 2025, destacando os esforços contínuos da empresa para fortalecer as comunidades e os destinos que visita ao redor do mundo. Guiado por sua plataforma SEA the Future – focada na sustentabilidade do planeta, no fortalecimento das comunidades e na aceleração da inovação – o Grupo gerou um impacto comunitário total de US$ 61 milhões em 85 destinos, apoiando recuperação de desastres, conservação, educação, desenvolvimento da força de trabalho e parcerias globais.  (© Royal Caribbean)  O relatório também apresenta a Royal Caribbean Group Foundation, um novo braço filantrópico criado para dar continuidade a mais de 30 anos de envolvimento com a comunidade e ampliar a capacidade da empresa de gerar um impacto positivo e duradouro, como parte de sua missão de oferecer as melhores férias de forma responsável. Em 2025, as iniciativas do Royal Caribbean Group abrangeram seis continentes. Os princi...

Colisões de aves com aviões cancelam 100 voos e afetam 27 mil passageiros por ano no Brasil, aponta Abear

Estudo inédito revela 5.184 ocorrências do fenômeno bird strike em três anos, 80% dos casos acontecem durante o processo de aproximação para o pouso e nos primeiros instantes após a decolagem 

Brasília - Um levantamento inédito realizado pela Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas) revela que o Brasil registrou 5.184 ocorrências de colisões de aves com aviões (fenômeno conhecido na aviação civil como "bird strike") entre 2022 e 2024. O total equivale, em média, a uma colisão a cada cinco horas, e leva em conta números da aviação comercial regular em aeroportos nacionais. Em 2025, o levantamento da Abear registrou um aumento de 32% no total de colisões de pássaros com aeronaves. Foram 1.148 registros no primeiro semestre deste ano contra 869 no mesmo período de 2024. 

O problema que afeta a segurança operacional e gera custos adicionais às empresas brasileiras exige uma solução imediata. (Arquivo) 

O impacto direto para quem viaja é significativo: em média, cerca de 27 mil passageiros são afetados por ocorrências de bird strike, como resultado do cancelamento de 100 voos a cada ano. Esses incidentes geram atrasos e cancelamentos que exigem das companhias aéreas o cumprimento da Resolução 400 da ANAC (com alimentação, hospedagem e outras despesas de assistência). Financeiramente, o custo total, que inclui manutenção e aeronaves fora de operação, é estimado em R$ 200 milhões anuais. 

O levantamento revela que 80% das ocorrências de bird strike acontecem durante os primeiros minutos após a decolagem ou na aproximação para o pouso, momentos considerados de mais atenção na operação fora do sítio aeroportuário, porém dentro da Área de Segurança Aeroportuária (ASA). Além disso, 8% dessas ocorrências causaram danos significativos às aeronaves, resultando em um efeito cascata na programação de voos. 

O problema que afeta a segurança operacional e gera custos adicionais às empresas brasileiras exige uma solução imediata. Para o diretor de Segurança e Operações de Voo, Abear, Raul de Souza, a resolução abrangente da questão passa pela publicação imediata do decreto presidencial que regulamenta a Lei nº 12.725/2012, sobre o controle de fauna nas imediações dos aeródromos. 

“A publicação e a entrada em vigor deste decreto são cruciais para que se possa instituir e aplicar sanções administrativas para os responsáveis por operações ou atividades que atraiam aves para a Área de Segurança Aeroportuária”, afirma Raul de Souza.“O passo seguinte será eleger os aeroportos prioritários e colocar em prática o que o Decreto determina, em estreita coordenação com a administração aeroportuária local, as autoridades municipais, ambientais, e o Ministério Público. É preciso aperfeiçoar mecanismos de monitoramento, fiscalização e controle rigoroso das atividades que possam atrair aves para dentro da ASA, reduzindo riscos e garantindo a segurança operacional."